segunda-feira, 16 de julho de 2012

16. A festa de Freddie

-Julieta, ela já está no avião para Flórida... -senti as lagrimas vindo me segurei.
-Mas...Como? Ela não ia ficar uma semana? -Rob pareceu confuso.
-Foi o que eu pensei, mas parece que ela não se importa com meus sentimentos.

-Helena não diga isso, ela com certeza a ama e muito -ele disse e afagou meu braço.
-Mas eu queria muito abraçar ela, beijar ela, sentir o calor do seu corpo, seu sorriso, seu cheiro de morango, eu queria ter pelo menos falado em sua frente o quanto eu a amo, falar eu te amo.
-Você sabe o por que de ela ter ido mais cedo? -Rob perguntou enquanto dirigia.
-Sim, por causa do seu emprego, ela ia ficar uma semana aqui mas o chefe dela adiantou as coisas.
-Então não é culpa dela e sim do chefe.
-Rob -repreendi-o -não é culpa de ninguém -cruzei os braços.
-Se é assim.
-É ali -apontei para uma casa azul meio grande, janelas cor branca com plantas que circulavam a soleira da janela um canteiro ao lado da casa cheio de plantas e flores, a mãe de Freddie adorava plantar, havia duas arvores que de lá brotavam laranjas, e havia um muro pequeno grande na frente de sua casa com uma portinha no meio, o cachorro de Freddie, Barney, ele estava em frente a portinha relaxando, quando avistou nosso carro começou a soltar latidos fracos, logo depois que desci do carro ele percebeu que era eu começou a banar o pequeno rabo, muito fofo, eu queria correr até lá e agarra-lo e enche-lo de beijos, Barney era um yorkshire filhote, quando finalmente cheguei no muro nem abri a porta, apenas pulei o muro e recebi os beijos e carinhos de Barney, ele estava alegre hoje em me ver, pulava em cima de mim pedindo carinho, logicamente agarrei ele -Oh Barney, meu bebe você é tão lindo, ah vei aqui -eu fala com uma voz fina e beijava e agarrava o filhote.
-Helena assim você mata o pobre coitado -Rob protestou.
-Ciume? -eu ri -Olha Barney, novo amiguinho -eu continuava a falar com aquela voz fina.

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